segunda-feira, 13 de junho de 2011

FOLIAS DE SÃO JOÃO - com IMIMAR DOS REIS - 16 de junho - 19h


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Na próxima quinta-feira, 16/06, às 19h,  o músico Inimar dos Reis traz à Biblioteca Belmonte o espetáculo interativo FOLIAS DE SÃO JOÃO, que contempla o ciclo junino e leva o público a uma viagem ao imaginário popular com músicas e danças de vários estados brasileiros.

Com Inimar dos Reis e os músicos Leo Doktorczyk, Fernando Boi, Cesar Azevedo e o Astro da Sanfona. 




Folias de São João
Espetáculo musical do ciclo junino
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Vários são os elementos que compõe o quadro das festividades juninas no Brasil.
As quadrilhas, cantorias, procissões mastros, crendices, ritmos, músicas colorem as festas. As fogueiras, também símbolo das comemorações, estão relacionadas as tradicionais festas pagãs existentes na Europa antes da chegada do cristianismo, realizadas em homenagem aos deuses da fertilidade, em que se comemoravam as boas colheitas e fim de inverno. A adoração a São João era tradicional na Península Ibérica e foi, portanto, trazida ao Brasil pelos jesuítas.  A festa chegou ao Brasil carregada de elementos sacros e pagãos. A fogueira foi então relacionada ao lendário Fogo de São João.

Sobre Inimar
Mineiro de Jequitinhonha, com raízes ligadas à cultura popular, o granjeiro Inimar dos Reis criou o grupo Folias e Folguedos e mantém atualmente em sua residência a “Casa do Folião”. Inimar é filho de sanfoneiro, neto de folião, tocador de viola e rezador curandeiro, aprendeu a tocar acompanhando o pai e o avô nas festas. “Fui graduando, de bandereiro a tocador de viola e depois passei a brincante, palhaço da brincadeira, cantador”, e continua “eu fui escolhido para ser um brincante, eu nasci dentro da tradição, espiritualmente a coisa foi invocada, não faço isso porque é uma profissão, é também porque é uma devoção”. É assim que Inimar traduz seu trabalho. Para ele, o trabalho com cultura popular é uma missão e os seus shows, uma grande aula.

Na adolescência iniciou sua viagem pelo Brasil vivenciando as mais variadas manifestações folclóricas e aprendendo com os mestres. “Fiz teatro, fui palhaço de circo, viajei esse Brasil afora, cada vez que havia uma festa e eu tinha afinidade, ficava ali para aprender”, conta.

Na década de 90, já músico profissional, o folião desembarcou em São Paulo, a princípio morou no Butantã, mais tarde veio para Cotia. “Enquanto artista, eu precisava encontrar pessoas que tivessem envolvimento com a cultura, procurei me aproximar de pessoas que falavam essa linguagem”, conta. 

Fonte: Jornal D'aqui  disponível em: http://www.jornaldaqui.com.br/materia_impressao.php?id_artigo=2745

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